A Essência do Budismo
A prática da plena atenção denomina-se trenpa em tibetano, o que literalmente significa ‘lembrança’. Antes que a percepção surja na meditação, o meditador precisa aprender a concentrar a mente, o que é obtido pela prática da plena atenção. Usamos um objeto específico para praticar a plena atenção. Quando esta é praticada por um certo período de tempo, a percepção surge como um produto da plena atenção.
Quando tivermos conseguido fazer isso com certo sucesso, passamos a usar a própria mente como objeto da meditação. Tentamos estar atentos aos pensamentos e emoções à medida que surgem, sem rotulá-los nem julgá-los; simplesmente observando-os. À medida que a observação prossegue, a plena atenção se transforma em percepção. Assim, se surgirem distrações, a pessoa se apercebe delas; se o embotamento ou torpor estiver presente na mente, a pessoa apercebe-se da presença. Com a prática da meditação da tranquilidade, a mente torna-se mais estabilizada.
Quando contemplamos a própria mente e a deixamos em seu estado natural, além da estabilidade mental, deve surgir também uma sensação de clareza. Não basta a mente ter se tornado estável; também é importante haver clareza. Nos ensinamentos Mahamudra, esses aspectos são descritos como ne cha, o aspecto da estabilidade, e sal cha, o aspecto da clareza. Uma mente estável, mas sem clareza, é deficiente. Tanto a clareza mental como a estabilidade precisam estar presentes. Se perseguirmos esse objetivo, mesmo quando surgirem pensamentos e emoções, a estabilidade e a clareza da mente não serão perturbadas.
A prática da plena atenção denomina-se trenpa em tibetano, o que literalmente significa ‘lembrança’. Antes que a percepção surja na meditação, o meditador precisa aprender a concentrar a mente, o que é obtido pela prática da plena atenção. Usamos um objeto específico para praticar a plena atenção. Quando esta é praticada por um certo período de tempo, a percepção surge como um produto da plena atenção.
Quando tivermos conseguido fazer isso com certo sucesso, passamos a usar a própria mente como objeto da meditação. Tentamos estar atentos aos pensamentos e emoções à medida que surgem, sem rotulá-los nem julgá-los; simplesmente observando-os. À medida que a observação prossegue, a plena atenção se transforma em percepção. Assim, se surgirem distrações, a pessoa se apercebe delas; se o embotamento ou torpor estiver presente na mente, a pessoa apercebe-se da presença. Com a prática da meditação da tranquilidade, a mente torna-se mais estabilizada.
Quando contemplamos a própria mente e a deixamos em seu estado natural, além da estabilidade mental, deve surgir também uma sensação de clareza. Não basta a mente ter se tornado estável; também é importante haver clareza. Nos ensinamentos Mahamudra, esses aspectos são descritos como ne cha, o aspecto da estabilidade, e sal cha, o aspecto da clareza. Uma mente estável, mas sem clareza, é deficiente. Tanto a clareza mental como a estabilidade precisam estar presentes. Se perseguirmos esse objetivo, mesmo quando surgirem pensamentos e emoções, a estabilidade e a clareza da mente não serão perturbadas.